As fotos
Do celular, com a luz que já tem. Só o ângulo importa.
Ninguém precisa de fotógrafo, tripé nem hora marcada. O que decide se o site fica bonito é onde você está de pé quando aperta o botão — e são só três posições. Abaixo, cada uma com exemplo e com o vício que mais estraga a foto.
A gente confere cada foto quando ela chega e diz na hora se dá para usar — se não der, explica por quê e você manda outra. São 5 aprovadas para o site sair; se você tiver certeza de uma que a gente recusou, dá para insistir e ela entra.
As três posições
Da calçada para dentro
Faça nesta ordem, andando: pare do outro lado da rua, depois na porta, depois num canto do salão. Três paradas, três fotos.
As três imagens abaixo são ilustrações geradas por computador, de uma padaria que não existe. Servem para mostrar o enquadramento — não são fotos de clientes nossos nem foram tiradas em algum lugar real.
A fachada, de frente
Atravesse a rua e fotografe de lá. Precisa caber a fachada inteira e o letreiro sem cortar, mais um pedaço da calçada embaixo.
- façacelular na altura do peito, reto, de frente para a parede
- evitechegar perto e apontar para cima: a fachada afunila e o letreiro sai cortado
- eviteo sol de frente para a lente — vire o horário, não o celular
A porta, por dentro
Entre, dê um passo e vire para o fundo. A moldura da porta encostando nas laterais do quadro é o que dá a sensação de estar entrando.
- façade dentro para o fundo, com o balcão já aparecendo no meio
- evitefotografar a porta fechada pelo lado de fora: não mostra nada do lugar
- eviteficar na soleira contra a claridade da rua — o interior sai preto
O salão, de um canto
Encoste num canto e fotografe na diagonal. De canto o ambiente ganha profundidade; de frente ele vira uma parede.
- façatodas as luzes acesas, mesmo de dia, e o balcão no quadro
- eviteo close de um produto só: bonito, mas não mostra onde ele está
- evitecliente de rosto reconhecível — fotografe de costas ou espere passar
Faltam duas, no mínimo
O que mais vale fotografar
Com as três de cima você já pode começar. Da quarta em diante, o que entra é o que te diferencia — e quanto mais você mandar, mais o vídeo do site tem para mostrar.
- O que você vende, no lugar onde está. A prateleira cheia, o balcão montado, a arara com as peças — não o produto sozinho no fundo branco.
- Quem atende. Uma pessoa trabalhando, de avental, no meio do serviço. É a foto que faz o desconhecido confiar antes de entrar.
- O detalhe da casa. O forno, a máquina de café, a cadeira antiga, o quadro na parede — a coisa que só existe aí.
- O logo, se você tiver. Fotografado ou o arquivo mesmo. Com ele, o site nasce nas suas cores; sem ele, a gente tira as cores das fotos.
Não precisa girar, cortar nem clarear nada antes de enviar: foto de retrato deitada e localização embutida no arquivo a gente resolve sozinho, no seu próprio celular, antes de qualquer coisa subir. Veja o passo a passo completo. E a primeira das três, que é a que mais gente erra, tem página própria: como tirar a foto da fachada. O destino delas está em vídeo do estabelecimento.
Além das fotos
Três respostas, e acabou
- O nome, como está na placa. É o nome que vai no site e no endereço dele.
- Um contato que você já usa. Instagram, WhatsApp, Facebook — um só basta, e dá para pôr vários.
- Onde você fica. O endereço escrito ou o link do Google Maps. É daí que sai o mapa e o horário de funcionamento.
Pegue o celular e dê três passos
Fotografe da calçada, da porta e do canto. Depois abra o formulário com as fotos na mão — o resto é responder três coisas e esperar.
Criar não custa nada, não pedimos cartão e o site fica no ar de graça, levando no alto uma faixa da IUKA — então você julga o resultado sem gastar.