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Horário no site

A tabela responde a semana. O selo responde agora.

Publicar sete linhas de horário numa página é fácil e resolve metade do problema. A outra metade é a pergunta que a pessoa realmente faz com o celular na mão, parada na esquina: não “que horas vocês abrem”, mas “está aberto neste momento?”. São duas respostas diferentes, e um site de comércio precisa das duas.

O que o perfil promete

“Em uma semana normal” é o recorte

A Ajuda do Perfil da empresa no Google explica, na página sobre editar o horário de funcionamento, para que o campo serve: “Isso ajuda os clientes a encontrar o horário mais atualizado e preciso para contatar sua empresa em uma semana normal.” A frase é exata, e o recorte dela é o ponto inteiro.

Semana normal é o que um horário declarado sabe dizer. Ele é um calendário: sete linhas, verdadeiras o ano todo, e nenhuma delas sabe que horas são. Quem está a duzentos metros da sua porta às vinte e quarenta e sete de uma terça-feira precisa converter o calendário na cabeça antes de decidir se anda ou se vai embora.

Daqui em diante a leitura é nossa, e não da fonte: é essa conversão que custa a visita. O site pode fazê-la no lugar da pessoa, porque ele é carregado no instante exato em que a dúvida existe — e a resposta já cabe numa palavra quando a página termina de abrir.

Fonte: Ajuda do Perfil da empresa no Google, “Editar horário de funcionamento”, em support.google.com/business/answer/10417060, consultada em 14 de setembro de 2026.

Como fica no seu site

Uma peça escrita, outra recalculada

Quando o seu perfil traz o horário, ele desce para a página em dois lugares que funcionam de maneiras diferentes.

escrita uma vez

A tabela da semana

Sete linhas, uma por dia, gravadas direto no HTML — elas estão lá mesmo com o JavaScript desligado. Cada dia recebe a faixa que o perfil traz, ou “Fechado” quando aquele dia não tem faixa nenhuma.

refeita a cada visita

O selo

Nasce vazio e é preenchido quando a página abre: “Aberto agora”, ou “Fechado” seguido de quando abre — hoje, amanhã ou o nome do dia, com a hora. A mesma linha se repete lá em cima, sob o rótulo “Agora”, e o dia de hoje fica marcado na tabela.

  • O relógio é o do estado onde o seu negócio fica. Não é o do celular de quem abriu a página: alguém acessando de Lisboa às três da manhã vê o que está acontecendo aí, não lá — e quem abre em Rio Branco vê o horário do Acre, não o de São Paulo.
  • A virada do dia é tratada. Um bar que abre às 18:00 e fecha às 02:00 continua marcado como aberto à uma da manhã, porque a faixa que começou ontem ainda está correndo.
  • A mesma semana vai no dado estruturado. No formato openingHoursSpecification do schema.org, que é o campo que existe para horário de funcionamento.
  • Sem horário na origem, não há bloco. Nem tabela, nem selo: a página sobe sem a seção inteira, em vez de subir com um quadro vazio esperando alguém preencher.

O que o site tem

A linha que responde “está aberto?”

As duas foram publicadas pela própria IUKA para testar o produto, e nenhum comerciante as usa como site do seu negócio. Abra e desça até o bloco de localização.

Ao lado do mapa, em “Quando abrimos”: domingo aparece como Fechado, sábado vai das 09:00 às 13:00 e os dias úteis das 09:00 às 18:00. Não é a mesma linha sete vezes. E o dado estruturado da página declara seis dias, não sete — domingo não está lá porque domingo não existe naquele comércio.

Esta é o outro lado: o perfil de origem não declarou horário, e a página não tem tabela nem selo. Procure — não há um quadro vazio nem um “consulte o horário”. A seção simplesmente não existe ali. Outras demonstrações abrem na lista de exemplos, e o vídeo do alto dessas páginas tem explicação própria em vídeo do estabelecimento.

Seu horário já está escrito em algum lugar

O formulário abre perguntando por onde você quer começar, e o caminho já marcado é o do Google: você procura o seu estabelecimento pelo nome e pela cidade e confirma qual dos resultados é o seu. Endereço, pino e — quando o perfil os declara — os horários descem junto, sem você redigitar dia por dia.

Nada é cobrado para montar, e nenhum cartão é digitado aqui. O site vai ao ar sem cobrança nenhuma e permanece, sem validade. No começo da página fica uma faixa da IUKA — quem quiser mexer em cor, fonte ou conteúdo chega até nós por ela, e é o que a assinatura de R$ 139,90 por mês atende.