Beacons ou site do negócio
O Beacons foi feito para quem tem público. A sua loja tem vizinhança.
Quem abre a página de um criador já sabe de quem ela é: veio do perfil, clicou porque acompanha. Quem abre o site de uma academia de bairro quase nunca sabe — viu a placa na esquina, ouviu de alguém do prédio, digitou o nome pela metade. São dois visitantes, e eles chegam com perguntas diferentes.
O que o foco de uma ferramenta revela
Seguidor decide o que ver. Vizinho decide se vai
O Beacons diz com todas as letras para quem trabalha: a página dele sobre link na bio é endereçada a criadores já no título, e a abertura fala em reunir as fontes de renda de quem cria conteúdo. Os blocos anunciados seguem o mesmo público — venda de produto digital, coleta de e-mail, links de afiliado, domínio próprio.
Isso não é defeito nenhum: é foco, e foco é o que faz uma ferramenta ser boa no que ela faz. Só que foco também desenha um visitante. O de lá já decidiu te acompanhar e agora escolhe por onde; o da sua academia decide outra coisa, em pé, com o celular na mão: se vale a pena sair de casa e andar até aí agora.
Daí a comparação não ser de recursos. Uma página de criador começa depois da apresentação — ela pressupõe que você já foi apresentado. A página de um comércio de rua é a apresentação, e precisa aguentar alguém que não sabe nem em que rua você fica.
Há ainda uma diferença de custo que ninguém mede: o seguidor que não clicou hoje volta amanhã, porque continua vendo você no feed. O desconhecido que abriu a sua página às nove da noite, não achou o endereço e fechou não volta — ele resolve o problema dele com o primeiro que responder. É uma visita só, e ela acontece antes de qualquer relacionamento existir.
O que o Beacons diz de si, resumido acima, está na página do próprio produto sobre link na bio (beacons.ai/i/app-pages/link-in-bio) e na central de ajuda deles (help.beacons.ai), consultadas em 18/09/2026. A descrição é deles, e produto muda de posicionamento sem avisar ninguém.
A prova
As três perguntas de quem nunca entrou
Onde fica, está aberto agora, como falo com vocês. O site que a gente monta é organizado em volta dessas três — e cada uma delas vem de um passo do assistente, não de um campo de texto em branco.
-
Onde fica
No último passo você acha o negócio no Google ou escreve o endereço — um dos dois basta. É o que vira o endereço escrito na tela, o mapa e o botão que abre o Google Maps na porta da sua academia.
-
Está aberto agora
Quando o perfil do negócio tem horário, a semana entra em tabela e um selo diz aberto ou fechado. Ele confere o relógio a cada vez que alguém abre a página — inclusive às dez da noite de um domingo.
-
Como falo com vocês
Os contatos que você preencher viram botão. Havendo WhatsApp, o botão principal abre a conversa com a primeira frase já escrita; sem ele, o botão leva ao contato que existir.
Nenhuma dessas respostas cabe num item de lista, e é essa a diferença que some quando a gente compara recurso por recurso. Elas ocupam a tela inteira porque são a razão de a pessoa ter procurado você.
Falta uma quarta, que ninguém digita mas todo mundo pensa: como é lá dentro. Quem nunca entrou não tem como saber se o espaço é amplo, se os aparelhos são novos, se dá para ir de bermuda depois do trabalho. Por isso o assistente pede fotos e não descrição: até oito das que você mandar viram o vídeo curto que abre o site, e é ele que responde essa pergunta sem ninguém precisar fazê-la.
Se o seu caso é o aplicativo que monta o site direto no celular, ele tem página própria: o que muda quando não é você quem escreve. E se o que você procura é a ferramenta em português, a língua não é a parte difícil.
Comece pelo que a vizinhança pergunta
São quatro telas: o nome do negócio, de 5 a 11 fotos, um contato e onde fica. O resto a gente monta.
Montar não custa nada, e não pedimos cartão para isso. Enquanto a primeira mensalidade não entra, o site fica no ar com uma tarja vermelha escrita “Site em testes” no alto: ela não cai com o tempo, cai quando a assinatura começa.