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Linkmi ou site

O Linkmi conta cliques muito bem. Quem empurra a sua porta não clica em nada.

Ele é gratuito, sobe em menos de um minuto e mede melhor que a maioria. A pergunta desta página não é se ele é bom — é se o número que ele entrega é o número que decide o seu mês.

O que o painel alcança

O último clique não é o último passo

A lista de recursos do Linkmi é quase toda de medição, e de medição detalhada: jornada do visitante, fontes de tráfego, teste A/B entre duas versões do perfil, código QR rastreável, taxa de clique. Para quem vende pela internet, esse painel é o próprio trabalho — cada ajuste tem um número que diz se melhorou.

E é bem feito: o perfil sobe em menos de um minuto, reúne mais de sessenta e cinco plataformas em widgets e mais de trinta links sociais. Se o seu negócio acontece dentro da internet, esse painel é o painel certo — cada ajuste tem um número do lado.

Agora conte a mesma história do lado de fora de uma pizzaria. Alguém abre o seu link às sete e meia, olha, fecha e não clica em mais nada. Vinte minutos depois estaciona na frente e entra. Esse é o evento que pagou a conta, e ele não aparece em painel nenhum.

  1. Ela abre. O painel registra: uma visita, uma fonte de tráfego.
  2. Ela decide. Aqui não há registro. É onde ela olha o lugar e confere se está aberto — e é a única etapa que muda o resultado.
  3. Ela chega. Nenhuma ferramenta de link vai saber disso, e tudo bem: o que dá para fazer é melhorar o passo 2.

Os recursos citados — jornada do visitante, fontes de tráfego, testes A/B, código QR, mais de 65 plataformas em widgets, mais de 30 links sociais e o perfil no ar em menos de 60 segundos — estão anunciados na página brasileira do próprio Linkmi (linksmi.com/br), consultada em 18 de setembro de 2026. Nós não medimos nenhum deles; só lemos o que está publicado lá.

A prova

Trabalhar o passo que ninguém mede

Se a decisão acontece na cabeça de quem está olhando a tela, o que dá para fazer é pôr na tela as coisas que decidem.

O site que a IUKA monta abre com um vídeo curto feito das suas próprias fotos — de 5 a 11, tiradas do celular, da calçada até o salão. É a diferença entre ler o nome de um lugar e ver o lugar. Ninguém decide jantar fora olhando para um botão retangular.

Junto vem o que a pessoa confere sem perguntar: a semana de horários em tabela, com um selo dizendo “Aberto agora” ou “Fechado · abre” com dia e hora, refeito toda vez que a página carrega; o endereço escrito e o botão de rota. A cor nasce do seu logo, se você mandar um — e, quando não há logo, é tirada da foto da fachada.

Repare no que essas três coisas têm em comum: todas respondem a uma dúvida que a pessoa teria antes de se mexer, e nenhuma delas pede um clique para ser respondida. É de propósito. O passo que você quer melhorar é justamente o que acontece em silêncio.

Comparações vizinhas, se o nome na sua aba for outro: a plataforma pensada para um público mundial e a página que nasce do limite da bio.

Continue medindo. Só dê o que medir

O assistente pergunta quatro coisas que você responde de cabeça: o nome do negócio, as fotos, como o cliente fala com você e onde fica.

Criar é de graça e sem cartão. Até a primeira mensalidade o site sobe com uma tarja vermelha escrita “Site em testes” no topo da página. Não é prazo de validade: é o que a assinatura tira.