Site de uma página
Uma página não é meio site
A dúvida quase nunca é de gosto. É o receio de que uma tela só valha menos — para quem indexa e para quem abre. São dois receios diferentes, e apenas um deles tem resposta escrita por quem decide.
O receio que tem resposta publicada
O mínimo é cobrado da página, não do total
A Central da Pesquisa Google mantém um documento chamado “Requisitos técnicos da Pesquisa Google”. A frase que abre a lista é esta: “Se a página obedece aos requisitos técnicos mínimos abaixo, ela se qualifica para ser indexada pela Pesquisa Google”.
- “O Googlebot não está bloqueado.”
- “A página funciona, ou seja, o Google recebe um código de status HTTP 200 (success).”
- “A página tem conteúdo indexável.”
Leia os três de novo procurando a palavra “quantas”. Ela não está lá. O que se qualifica é a página, uma por vez, e a sua passa pela mesma régua que qualquer página perdida no meio de um site grande — a régua não sabe quantas irmãs ela tem.
Sendo honesto sobre o alcance disso: qualificar-se para ser indexada não é chegar em primeiro. A fonte fala de entrar no índice, não de onde você fica dentro dele, e posição no Google é coisa que ninguém pode prometer — nem nós.
Os quatro trechos entre aspas estão em “Requisitos técnicos da Pesquisa Google”, na Central da Pesquisa Google (developers.google.com/search/docs/essentials/technical), versão em português, consultada em 13/09/2026. A observação de que nenhum deles menciona quantidade é leitura nossa sobre o texto deles.
O receio que sobra
Cada aba do menu é uma decisão que você terceiriza
Aqui não há fonte para citar: o que vem abaixo é o critério com que a IUKA desenha, dito como critério e não como fato medido.
A IUKA desenha para quem abre o site de pé, com o celular numa mão, já sabendo o que quer saber. Rolar custa um dedo. Clicar em “Contato” custa ler a lista de abas, escolher uma e esperar carregar de novo.
Uma tela só não é um corte de conteúdo, é a troca desse custo por outro: ela exige ordem. A primeira dobra responde o que é e onde fica; o resto desce na sequência em que a dúvida aparece, e nada entra sem justificar a rolagem que pede.
Quando um assunto não cabe nessa descida, a saída é uma segunda página inteira, não mais um bloco no fim. É o que esta própria casa faz: o detalhe dos planos mora em uma página de preços, e não numa faixa espremida na página principal.
Por isso a pergunta “uma ou cinco?” raramente é a certa. A boa é outra: tem alguma coisa aqui que alguém abriria de propósito? Se não tem, cinco páginas são quatro becos sem saída, cada um com um nome bonito no menu e nada atrás dele.
A prova
Uma tela, e ela termina de responder
O link abaixo leva a um site de demonstração que a IUKA publicou para ser aberto e vasculhado. Padaria nenhuma o usa como sendo o site dela.
Toque em “Como chegar”, no alto: a tela desce até o bloco do endereço sem carregar outra página, e nada pisca. Localização, horários e contato são três paradas da mesma descida, e o botão verde do WhatsApp surge flutuando assim que o vídeo do topo sai de cena.
O que desce ali é daquele comércio: o vídeo foi montado com as fotos do lugar, a tabela traz os horários dele e a frase do alto fala de pão porque o negócio é uma padaria. A tela é uma; o conteúdo dela não vem pronto de canto nenhum.
Outras demonstrações, em ramos diferentes, estão na página de exemplos. Antes de decidir o formato, vale saber o que precisa caber nele: a lista curta do que um site de negócio precisa ter. E quem abriu CNPJ de MEI encontra o recorte dessa conversa em site para MEI.
Monte a sua, numa tela só
O assistente pergunta quatro coisas, uma por tela: o nome como está na placa, as fotos que você tem no celular, um contato que já usa todo dia e onde o negócio fica. Depois disso a página existe e você rola.
Fazer isso não custa nada e não pede cartão em momento nenhum. O resultado sobe com uma tarja vermelha de “Site em testes” cruzando o topo, que fica lá sem relógio correndo contra ela e só some com a primeira mensalidade, de R$ 139,90 por mês.