Site para padaria
O site da sua padaria é para quem ainda não entrou
O freguês do pão das seis não precisa de site: ele atravessa a rua e entra. Esta página é sobre o outro — o que mora a três quadras, nunca reparou na sua placa e neste momento está procurando pão no celular.
O que mudou no balcão
Mais padaria, o mesmo tanto de gente
A panificação brasileira fechou 2025 com faturamento recorde: R$ 164,12 bilhões. O detalhe que quase não se comenta é de onde veio o recorde. O fluxo diário de consumidores subiu 1,27%; o ticket médio por visita subiu 5,46%, chegando a R$ 36,61.
Lido devagar, isso quer dizer: quem já entrava passou a levar mais coisa. A quantidade de gente que entra ficou praticamente parada.
E a calçada ficou mais cheia. Só em 2025 abriram mais de 75 mil pequenos negócios de padaria no país, 26% acima do ano anterior — e 89,6% deles nasceram como MEI.
Junte as duas contas: mais padaria disputando o mesmo bairro, e o mesmo tanto de gente cruzando a porta. O cliente novo não chega porque você abriu mais cedo. Ele chega quando te acha antes de escolher a outra — e isso hoje acontece na tela do celular, na esquina, com fome.
Os números do setor são do estudo da ABIP com o ITPC e o IDEAL, divulgado em abril de 2026. Os de abertura de empresas vêm de levantamento do Sebrae sobre dados da Receita Federal, publicado em janeiro de 2026. Nenhum dos dois é medição nossa.
O que a padaria tem para mostrar
Pão quente tem hora
Um site de padaria não é um cartaz com foto de croissant. O que o faz servir para alguma coisa é aquilo que só você sabe responder.
- O horário de verdade, com o domingo. Padaria abre antes de todo mundo, e quem procura às seis da manhã quer saber se já tem pão. O selo confere o relógio na hora em que a página abre e diz se você está aberto agora — sem depender de você lembrar de atualizar.
- O que a casa vende, em uma linha. Pão, bolo, salgado, doce, mercearia. Ela sai do que já está escrito sobre a sua padaria — o perfil do Google, o que os clientes contam ali, o seu site se você tem — e fica logo abaixo da manchete, na primeira tela.
- A encomenda. Bolo de aniversário, salgado para a festa, pão para o café da firma. Quem encomenda quer falar com gente: o botão abre o seu WhatsApp com a conversa já começada.
- Onde você fica, com rota. Endereço, mapa e o botão que abre a rota no Google Maps de quem está a três quadras e não sabe.
- O salão, em vídeo. Até oito das suas fotos viram um passeio curto pelo lugar: o balcão, as prateleiras, quem atende.
Um detalhe de encaixe: aqui o pedido chega como mensagem no seu WhatsApp, do jeito que a padaria já atende — e não como carrinho com pagamento na tela. Quem precisa de carrinho precisa de um cardápio digital, que é outra ferramenta.
O que o site tem
O que a padaria recebe
Você diz o horário — 5h30 às 22h30, todo dia, se for o seu caso. No alto, onde está escrito “Agora”, o site confere o relógio e responde se ela está aberta, toda vez que a página abre. O “Como chegar” desce até o mapa, e lá o “Traçar rota” abre o Google Maps. O botão de WhatsApp já começa a conversa, e o vídeo do início é o passeio feito com as fotos.
Por que dois sites feitos por aqui nunca saem iguais, o raciocínio está aqui. As fotos que a gente pede são de 5 a 11, de celular mesmo, e três delas têm posição marcada — da calçada para dentro: a fachada, a porta e o salão.
Comece pelo nome na placa
São quatro passos e uns cinco minutos. Deixe à mão o nome da padaria como está na placa, as fotos do celular e um contato que você já use. No último passo você busca a padaria pelo nome e pela cidade e aponta qual é: é de lá que vêm o endereço, o pino do mapa e o horário de cada dia, domingo incluído — e é o horário que acende o selo de aberto agora.
Criar é de graça e dispensa cartão. Ele vai ao ar sem custo e permanece, sem validade. No topo aparece uma faixa discreta da IUKA — quem precisar ajustar o texto, a cor ou as imagens chega até nós por ela, e é o que a assinatura de R$ 139,90 por mês atende.