bio.link ou site do negócio
Começar sem pagar os dois fazem. A diferença aparece na cor.
Se você chegou aqui procurando alternativa grátis, tire essa dúvida do caminho logo: montar o site do seu negócio com a gente também não custa nada, e ele sobe no ar do mesmo jeito — com uma tarja vermelha de “Site em testes” até a primeira mensalidade. O que vale comparar é o que aparece na tela depois.
A escolha que ninguém pede para fazer
Aqui não existe lista de temas
A home da bio.link oferece mais de quinze temas em alta para escolher, ou criar o seu, acrescentar os links e publicar em segundos. É rápido, e é o caminho que quase toda ferramenta de bio segue: você olha uma prateleira de aparências e pega a que menos incomoda.
O problema do tema é que ele é a estética de outra pessoa. Ele foi desenhado antes de saber que você existia, e vai continuar parecendo o que é — bonito e de ninguém. A barbearia que tem parede de tijolo, luz amarela e um letreiro azul não está em prateleira nenhuma.
Por isso o assistente não pergunta que aparência você quer. A cor do seu site é lida do material que você já tem, e ela tem dois caminhos — um quando existe logo, outro quando não existe. Em nenhum dos dois há paleta pronta para aplicar.
A oferta de temas e a publicação em segundos descritas acima estão na página inicial da bio.link (bio.link), consultada em 18/09/2026, junto do convite a começar de graça. O número de temas é o que estava escrito lá naquele dia.
A prova
De onde sai a cor, nos dois casos
Não é efeito nem filtro: é leitura de imagem, e o caminho muda conforme o que você manda no assistente.
Você mandou o logo
A marca do site nasce dele: a cor dominante do logo vira a cor de destaque da página e a segunda vira o apoio. Cor genérica que não esteja no logo é proibida — a instrução é essa, escrita assim.
Você não tem logo
Aí valem as cores reais da sua foto de capa — o prédio, o letreiro, a placa, as paredes, os materiais. A primeira das fotos que você enviar é a capa, e é dela que a leitura parte.
A diferença prática é a cara que o cliente reconhece. Quem passa na frente da sua barbearia todo dia guardou aquele azul sem saber; quando ele abre a página e o azul está lá, ele não pensa “que site bonito” — ele pensa “é aqui”. Nenhum tema de prateleira faz isso, por melhor desenhado que seja.
Vale dizer o que o “sem pagar” cobre aqui, para não sobrar dúvida: você passa pelas quatro telas, a gente monta e o site vai ao ar. Você vê a coisa pronta — com a sua cor, as suas fotos, o seu endereço — antes de decidir se assina. A tarja de testes fica no alto até a primeira mensalidade, e é a única coisa que a assinatura muda na aparência.
As duas comparações vizinhas, se a sua dúvida for outra: quando a promessa é link sem limite e quando a ferramenta é brasileira.
Veja com a cara do seu negócio
Quatro telas: o nome do negócio, de 5 a 11 fotos (a primeira é a capa), um contato e onde fica. Se você tiver logo, mande — é dele que a cor sai.
Nada a pagar para montar, e nenhum cartão pedido. A tarja vermelha escrita “Site em testes” acompanha o site até a primeira mensalidade: ela não cai sozinha com o tempo e sai quando a assinatura entra.