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IDLINK ou site

O IDLINK foi feito para receber o pagamento. O seu caixa já recebe.

Ele é brasileiro, fala português e tem plano gratuito — nada disso está em questão aqui. A dúvida é mais estreita, e vale para quem atende numa rua, com porta e horário: o que exatamente você contrata quando contrata uma página de links.

O que o produto diz de si

Onde o dinheiro troca de mão

Vale ler o que o IDLINK oferece ao lojista, nas palavras dele: PIX com aprovação na hora, cartão em até doze vezes, uma carteira própria, compra protegida do início ao fim — e, para restaurante, um modo mesa cobrado por mesa, por mês. É uma plataforma de cobrança com uma página de perfil na frente, e faz sentido para quem vende pela internet.

O resto do produto aponta para o mesmo lugar: você escolhe um arroba, monta o perfil com mais de quarenta e cinco blocos de conteúdo e o que fica pronto é uma vitrine com botão de compra. Quem vende curso, peça pelo correio ou produto digital tem ali o caminho inteiro, do primeiro toque ao comprovante.

Só que numa barbearia, numa padaria ou numa pizzaria de bairro, cobrar não é o gargalo. A maquininha está no balcão há anos e o PIX é o do dono. Ninguém deixou de vender neste mês por falta de meio de pagamento.

O que trava vem antes, e é mais banal do que parece: a pessoa nunca entrou ali, não sabe em que quadra fica, não sabe se está aberto às sete da noite de terça e não faz ideia de como é por dentro. Uma ferramenta de checkout resolve o último passo de quem já decidiu. Quem some, some bem antes do último passo.

Os itens citados acima — o PIX, o cartão em doze vezes, a carteira, o modo mesa a R$ 29,90 por mesa/mês, o arroba único e os mais de 45 blocos de conteúdo — estão publicados no site do próprio IDLINK, na versão em português (idlink.io/pt-br), consultado em 18 de setembro de 2026. Nada disso foi apurado por nós fora da página deles, e o produto pode ter mudado depois.

A prova

O que ela vê antes de sair de casa

O que a IUKA monta não tem checkout, e não precisa ter. Ele responde a pergunta que vem antes da carteira.

  • O lugar, em movimento. Você manda de 5 a 11 fotos tiradas do celular e elas viram um vídeo curto que abre a página: a calçada, a porta, o salão com a luz acesa.
  • A cor do seu negócio. Se você enviar o logo, ela nasce dele; se não enviar, sai da foto da fachada — do letreiro, da parede, do material que está ali.
  • A hora certa. A semana em tabela e, acima dela, um selo que diz “Aberto agora” ou “Fechado · abre”, com o dia e a hora da próxima abertura. Ele é refeito a cada vez que alguém abre a página.

Nada disso é uma escolha de desenho que sobra para você fazer. Você envia as suas fotos e, se tiver, o seu logo — e o que sobe já está com a cara do seu comércio, porque é dele que as imagens vieram. Quem abrir a página vai ver a sua fachada, não um desenho parecido com ela.

Se a sua dúvida tem outro nome na aba do navegador, ela tem página própria: o painel que conta cliques e a ferramenta desenhada para um público em toda parte.

Fique com o perfil. Acrescente a porta

São quatro telas, e você já sabe todas as respostas: o nome do negócio, as fotos, como o cliente fala com você e onde fica.

Montar o site não tem custo, e cartão nós não pedimos. Enquanto a primeira mensalidade não entra, uma tarja vermelha de “Site em testes” fica no alto da página — ela não vence com o tempo; some quando a assinatura começa.