Site para autopeças
Ninguém pede uma peça — pede a do carro dele
Quem chega ao balcão de autopeças pede a peça de um carro específico: ano, modelo, motor, versão. Esta página é sobre o que essa pessoa vê da sua loja antes de escolher para onde ir.
O tamanho do catálogo
O balcão cabe numa tela. O catálogo não
O Anuário do Comércio de Autopeças do Sincopeças contabiliza no Brasil mais de 800 mil produtos ativos, distribuídos em 4.620 grupos de produtos e mais de 8.200 marcas.
A mesma reportagem registra a saída de aproximadamente 9 mil empresas do varejo de autopeças no país entre 2024 e 2025.
Os números do Sincopeças param aqui; o que segue é leitura nossa. Nenhuma busca dentro do site de uma loja de bairro atravessa 800 mil itens e acerta a aplicação de um motor. Quem atravessa é o balconista, com os dados do veículo na mão.
Por isso a disputa não se ganha publicando catálogo. Ganha-se sendo encontrado primeiro, e sendo onde a pessoa despeja o ano, o modelo e a versão em alguém que responde.
Os 800 mil produtos ativos, os 4.620 grupos e as 8.200 marcas são do Anuário do Comércio de Autopeças do Sincopeças, citados pela revista Novo Varejo Automotivo em 5 de maio de 2026, na mesma reportagem que traz a saída de cerca de 9 mil empresas do varejo entre 2024 e 2025. Os 800 mil itens descrevem a oferta do mercado, não o estoque de uma loja; a queda de empresas é do varejo. Nenhum dos dois é levantamento nosso, e nenhum mede a sua cidade.
O que a loja tem para mostrar
O que se mostra antes de alguém perguntar
Quem procura peça quer três respostas: se você trabalha com aquilo, se dá para buscar hoje e por onde se manda a ficha do carro.
- O corredor e o balcão, em vídeo. Até oito das suas fotos viram um passeio curto: a fachada, a porta, a prateleira de filtros, a bancada onde se atende. O lugar por dentro, antes da viagem até lá.
- As linhas que você cobre. Leve, pesada, moto, elétrica, suspensão. Essa faixa só repete o que a descrição do seu perfil no Google já diz — não há lista pronta para marcar, e sem descrição ela não entra.
- Se dá para buscar hoje. Os sete dias viram tabela, com o de hoje marcado, e um selo confere o relógio toda vez que a página abre: “Aberto agora”, ou “Fechado” já dizendo quando abre de novo. Tudo isso depende de o seu perfil declarar dias e horas.
- Onde fica, e o que evita a segunda viagem. Endereço, mapa e o botão “Traçar rota”, que abre o Google Maps com o destino já preenchido. Declarados no seu perfil, entram também os três grupos que o site consegue listar: acessibilidade, pagamentos e estacionamento.
- O carro, na conversa seguinte. O botão de WhatsApp abre o chat com uma frase pronta dizendo de onde a pessoa veio e o que quer; o ano e o motor ela digita depois. Havendo só telefone, o botão vira uma ligação; sem nenhum dos dois, vira “Falar com a gente” com o contato que sobrar.
O limite, sem rodeio: isto não é catálogo com busca, não consulta aplicação por placa nem por modelo e não tem carrinho. Preço e equivalência mudam toda semana, e lista publicada envelhece mentindo. O site faz uma coisa inteira: leva quem procura até o seu balcão, com a conversa já aberta.
A prova
De autopeças ainda não — de item exato, sim
Não há autopeça publicada. A mais próxima é uma loja de equipamento de proteção e artigo doméstico — a aproximação é nossa, e é pelo balcão: também ali o pedido é de um item exato.
Esse endereço guarda um site de demonstração montado pelo próprio iuka.com.br e mantido de pé para ser aberto. Nenhuma empresa atende por ele.
No fim da página está “O que dizem no Google”: avaliações puxadas do perfil daquele negócio, com as estrelas de cada uma. O site traz no máximo três, e não são todas: entram as de nota quatro ou cinco, e ficam de fora as curtas demais, as longas demais e as que trazem ressalva. Sem nenhuma que passe, o bloco não é criado.
Ao lado do mapa está “Copiar endereço”, e em “Antes de vir” aquela loja lista as formas de pagamento que aceita: crédito, débito e aproximação. Veio do perfil dela, e só apareceu porque havia o que listar.
Trabalha com outra coisa? As demonstrações estão reunidas numa página. Dois vizinhos que também recebem quem já decidiu: o site de uma oficina mecânica e o de uma assistência técnica. As fotos são do seu celular, de 5 a 11, três com o enquadramento combinado: a fachada, a porta e o salão.
Procure a sua loja como o cliente procura
Quatro passos, perto de cinco minutos. Separe o nome da loja como ele aparece na fachada, as fotos do celular e um número em que alguém responde. Antes de tudo, você acha a sua loja no Google pelo nome e pela cidade; confirmando qual é, o endereço e o ponto no mapa vêm prontos, e os horários vêm junto quando o perfil os declara.
Montar não custa nada e não pede cartão. O site sobe antes da primeira mensalidade com uma tarja vermelha de “Site em testes” no topo — não é contagem regressiva: ela sai quando a assinatura de R$ 139,90 por mês começa, hospedagem e manutenção incluídas.